quinta-feira, 16 de junho de 2011

NEO PENTECOSTALISMO OU NEOESPIRITISMO

A fala neo-pentecostal, tem muito ardor da fala neo-espirita, pois, ambas trabalham a psiquê humana e sua busca interior e contemplativa, isto é tanto o neo-pentecostismo, quanto o neo-espiritismo buscam uma energia dentro dos homens.

A coreografia do neo-espiritismo de raiz kardecista é enfeitado com o novo misticismo e o novo psiquismo, que alimentam transes psicóticos de ambos os lados, pois tanto o neo-pentecostismo, quanto o neo-espiritismo se alimentam no mesmo, ou seja ambos buscam uma espiritualidade de transe, regressão, hipnose litúrgica, viagem astral, gravidez espiritual, e outras bobeirices espirituais.

Os neo-pentecostais de vez em quando misturam filosofia oriental com neo-espiritismo e faz a sua salada religiosa de péssimo gosto, isto é, seus cultos são verdadeiras transloucuras psicóticas e transicas.

Amados a liturgia dos neo-pentecostais são manobras psiquicas e dopagens alucinógenas, pois, mais parece um ritual neo-espirita, ou seja, não sabemos mais quem está presente, se é o Espírito de Deus ou na verdade um espírito estranho que está presente imitando o Espírito Santo.

Pastor José Barbosa

sexta-feira, 10 de junho de 2011

DEUS NÃO MATOU

Na idéia de Gerald Thomas dramaturgo e teatrista quem mais matou na história da humanidade foi Deus, ou seja, para Thomas Deus é um grande criminoso. Culpar Deus sempre foi uma tentativa humana de afastar o homem e chamar Deus para o tribunal da culpa.

O Histórico humano é carregado de maldade escapista, isto é, tentar se explicar usando uma bela cobaia, e esta cobaia é Deus, pois o homem o culpa de ser um matador que não usa a misericordia ou compaixão.
Esta idéia do Deus matador permeia o mundo dos intelectuais escapistas e ateus profissionais, pois lá no fundo fica mais fácil achar um culpado transcendente do que um culpado imanente, pois o trans não precisa se explicar, mas o imanente precisa se explicar.

Deus é soberano e absoluto e mesmo sendo acusado injustamente ele continua sendo um Deus lindo, soberano e absoluto, que tem o controle do homem e do universo, ou seja, Deus é o senhor maior e no fim de tudo sabemos que Deus nunca matou ninguem, pois o homem é refém dele mesmo.

Pastor José Barbosa

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Protestantismo no Brasil Século XIX

  •  No dia 10 de março de 1557 foi celebrado o 1º culto protestante no Brasil. O empreendimento fracassou, os franceses foram expulsos durante o governo de Estácio de Sá. Também não obteve sucesso permanente a presença da igreja reformada da holanda no chamado Brasil Holandês - 1630/1654.
  • No século XIX, tanto o protestantismo de imigração como o protestantismo de origem missionária insere-se no Brasil, através de alguns pastores americanos, destacando-se o metodista Reverendo Daniel Kidder, bem como o presbiteriano Reverendo James Fletcher.
  • A primeira denominação do protestantismo a ser organizada no Brasil - Rio de Janeiro - foi a congregacional, através do casal britanico Robert e Sara Kalley, que chegaram ao Brasil em 1855.
  • A implantação do protestantismo de missão no Brasil no século XIX em particular do presbiterianismo deveu-se aos missionários norte americanos, no contexto de um ideário messiânico.
  • Em 12 de agosto de 1859 desembarcou no Rio de Janeiro o missionário Reverendo Simonton - 1833/1867 - enviado pela igreja presbiteriana dos Estados Unidos. Em 25 de julho do anos seguinte, chegou ao Brasil outro missionário, Reverendo Blackford - 1829/1890.
  • Em 1861, Simonton visitou colônias de alemãs no estado de São Paulo. Simonton providenciou a chegada de um missionário alemão no Brasil, Francis Schneider - 1832/1910 - que chegou a dezembro desse ano.
  • Em 12 de Janeiro de 1862 foi organizada a 1º Igreja Presbiteriana no Brasil, cuja constituição oficial deu-se em 15 de maio de 1863, na cidade do Rio de Janeiro pelos missionários Simonton e Schneider. A 2º comunidade presbiteriana foi organizada na cidade de São Paulo em 05 de março de 1865, pelo missionário Blackford. E a 3º em brotas no interior de São Paulo em 13 de novembro de 1865, também por Blackford.
  • O presbitério do Rio de Janeiro foi organizado em 16 de dezembro de 1865, por Simonton, scheneider e Blackford. O presbitério era constituído então pelas igrejas do Rio de Janeiro, São Paulo e Brotas. Blackford implantou outras comunidades entre elas a de Sorocaba em 1869.
  • O grande impulso do presbiterianismo no Brasil foi a adesão do padre José Manoel da conceição que foi rebatizado na igreja presbiteriana do Rio de Janeiro em 23 de outubro de 1864. Em 17 de dezembro do ano seguinte foi ordenado pastor presbiteriano, exerceu seu ministério pastoral na região de Brotas. Em outras cidades foram implantadas novas comunidades presbiterianas, Borda da Mata, Santa Barbara do Oeste, Botucatu, Americana, Campinas, Caldas-MG, Recife-1870-Pernanbuco, João Pessoa-1884, Pão de Açucar e Maceió.
  • Em Fins de 1872 chegou ao Brasil o missionário judeu-holandês Vanorden - 1839/1917, que era erudito em línguas grego, hebraico e latim. Ele trabalhou em São Paulo, Sorocaba e Santos. O Reverendo Modesto Perestrello Barros de Carvalhosa trabalhou em Cruzeiro, Embaú - SP.
  • A autonomia de presbiterianismo no Brasil deu-se em setembro de 1888, quando foi constituido o Sínodo da Igreja Presbiteriana, que contava com quase 4 mil membros e 60 comunidades. O número de missionários estrangeiros eram quase 20 e já tinha um clero constituido de brasileiros.
  • A Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos da América na Assembléia Geral de 1835, não reconheceu mais a Igreja Católica como cristã e na Assembleia Geral de 1845, declarou a nulidade do batismo romano e dentro deste contexto foi rebatizado no Brasil, de acordo com Simonton o Sr. Cardoso.
  • Em 1879 um certo Pedro Perreira, que era presbiteriano e que morava em Piracicaba, casou-se na Igreja Romana, sendo chamado ao presbitério para se explicar.
  • A teologia sacramental dos missionários presbiterianos no Brasil no século XIX é Zuingliana, a mesma posição do presbiterianismo americano. Para a teologia presbiteriana profissão de fé e o batismo são importantes.
  • A ceia era considerada o momento de lembrança do cristo e não a presença real do Cristo.
  • O missionário  Blackford o sermão era a parte mais importante do culto.
  • Blackford celebrou em São Paulo a Ceia do Senhor pela 1º vez em 29 de maio de 1864 e a 2º celebração sete meses depois em 8 de janeiro de 1865. Para ele osacerdote não representa a própria pessoa mas sim a de Cristo.
Graça e Paz.

Pastor José Barbosa

quarta-feira, 30 de março de 2011

Louvor sem negócio

O louvor é a maior expressão de genuflexão a Deus, pois através desta postura litúrgica o homem celebra com todo seu coração o seu amor ao Deus Soberano e absoluto que merece todo o nosso amor.

O ministério antigo do louvor era monoteísta e o único que era adorado era o Deus vivo, mas hoje, infelizmente estamos convivendo com a presença do “Idolismo e do Egolismo”, que juntos afastam o monoteísmo e o Deus único e verdadeiro é trocado por uma mescla de louvores misturados com o mundanismo.

O verdadeiro louvor não é barganhar com Deus, ou seja, transformar a adoração num balcão comercial, pois o nosso Deus merece um louvor espontâneo e sem grana no meio. É lamentável contemplarmos o louvor sacro paquerando o mesmo estilo mundano de música que canta por cantar, sempre almejando o negócio.

O nosso Deus Soberano e Absoluto merece um posicionamento litúrgico melhor e mais puro, isto é, uma doxologia convertida e sem barganha. O que vemos hoje é uma verdadeira feira de Caruaru, que tem de tudo, menos a presença de Deus, que é o fundamento da fé cristã.

Deus não é um qualquer, como alguns pensam, ou seja, quando louvamos o seu nome, estamos transferindo para Deus, um coração cheio do Espírito e uma mão cheia de grana, pois a grana não adora a Deus e sim um coração cheio de fé e de amor a Deus.

O verdadeiro louvor, amados cristãos, não é um negócio grego, mas sim, uma jubilação de fé.

Pastor José Barbosa

terça-feira, 29 de março de 2011

Deus na tragédia

Algumas correntes teológicas tentam produzir o chamado reducionismo de Deus, como por exemplo, o Teísmo Aberto, que articula um Deus que na tragédia fica limitado e impotente.

De acordo com outra corrente bem mais ortodoxa, Deus é absoluto, soberano e está acima do mal e do sofrimento humano. A linha teológica cognominada Teísmo Aberto tem conquistado adeptos e provocado angústia teológica nos ortodoxos, pois para eles em alguns momentos, Deus fica tão fraco quanto qualquer outro homem, sem condições de intervir no cenário de dor.
 


Mesmo parecendo absurdo, Deus está presente no sofrimento humano e nunca abandona o seu filho, mesmo que o pior aconteça.

O mundo está chocado com a tragédia no Japão e de outros países que sofrem com terremotos e com certeza nasce uma indagação: “Por que Deus não interviu?" é um prato cheio para os teístas abertos, mas mesmo assim, Deus permanece Soberano e acima do homem.




Pastor José Barbosa

domingo, 16 de janeiro de 2011

O cuidado de Deus

A solidariedade de Deus para com o filho é inconteste, pois através deste cuidado, Deus se revela protetor e provedor.

Quando enfrentamos nossos desertos, um sentimento avassalador de medo se manifesta, isto é, pensamos que Deus nos abandonou ou deixou-nos sozinhos em nossa caminhada para o céu, mas sabemos que Deus sempre foi provedor e o exemplo maior foi o maná no deserto, que demonstrou que Deus cuida mesmo.

A provisão sobrenatural de Deus é infinita, isto é, nunca se acaba e nunca se acabará, pois a provisão de Deus é a plenitude máxima do seu cuidado com o filho que Ele trata com muito cuidado. Deus nunca nos abandonou, mesmo que em alguns momentos pareça, mas logo após, percebemos o seu braço forte, nos protegendo dos perigos da vida.

O coração de Deus pulsa forte pelo filho, ou na verdade, Deus nos leva para o seu divã, onde demonstra todo seu afeto, pelo filho que machucado clama pela presença do Pai Eterno. Dentro deste contexto, fica muito claro que Deus cuida dos mínimos detalhes da vida de um filho machucado e carente que necessita do cuidado divino, na verdade, Deus é apaixonado pelo homem, que é a coroa da sua criação, linda e plena.

Mesmo nos piores momentos, quando pensamos que Deus está muito longe e nem aí para os nossos dilemas, a manifestação do seu poder se introjeta em nossas vidas e neste momento, percebemos que quando pensávamos que estávamos sozinhos, Deus Pai, sempre esteve presente no trajeto histórico da nossa existência concreta, isto é, qual maravilhoso para um filho, que mesmo duvidoso, sente que nunca está sozinho, pois o cuidado de Deus caminha com Ele.    
Pastor José Barbosa

A dor de um profeta

Quando olhamos, biografias antigas dos profetas do Antigo Testamento, percebemos a melancolia e o desespero que em alguns momentos alojaram-se nos corações dos profetas. Alguns poucos profetas do Novo Testamento, também sentiram suas angústias e sofreram perseguições. Na verdade o ministério profético é carregado de dores e sofrimentos por amor a Cristo.

Nos primeiros três séculos da Idade Média, o ministério profético calou-se, retomando a sua voz com alguns poucos profetas que ousaram falar em nome de Deus, enfrentando uma instituição religiosa forte.

Nos séculos XVII, XVIII e XIX, nós temos uma retomada do ministério profético e uma profunda indignação com a podridão religiosa. O agente profético tem como prioridade comunicar e denunciar em nome de Deus, isto é, o profeta, assim como João Batista é uma voz que clama no deserto, que nunca se cansa de profetizar a verdade de Deus, doa onde doer.

O século XX está um tanto calado profeticamente, pois os profetas estão por demais instalados eclesiasticamente falando, ou seja, estão dentro de redomas religiosas, falando aquilo que o “povo” gosta de ouvir.

E no século XXI, nos deparamos com o mesmo fenômeno, sendo que a Agência Eclesiológica tem calado o profeta porta voz, que não consegue mais falar aquilo que Deus quer realmente falar.
Pastor José Barbosa

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

Feliz ano novo

Imaginem um novo ano com tudo novo, imaginem a felicidade triunfando diante da tristeza, imaginem um novo ano sem dor e mortes, imaginem a paz reinando entre os homens, imaginem neste ano que está para entrar o rico doando um pouco da sua riqueza para os pobres, imaginem Brasília sem corrupção e o nordeste sem fome, imaginem negros e brancos falando a mesma linguagem, imaginem o evangelho sem cantores e pregadores vigaristas.

Dando sequência a minha imaginação, imaginem um mundo sem meninos de rua e os hospitais vazios sem doentes, imaginem um governo não mais aristocrático, mas teocrático, imaginem este novo mundo sem o Papai Noel sarcástico, sem o carnaval, sem prostituição e sem o ódio e a raiva, imaginem a paz sorrindo e a tristeza banida para sempre, imaginem a fé sem denominação, imaginem o cristianismo sem o homem e seus dogmas, apenas imaginem, pois neste novo ano, seja feliz e não triste.

Ainda na minha imaginação, imaginem a política sem interesse na "grana" e os líderes mundiais prostrados diante da Cruz, imaginem o amor saindo das novelas e entrando no mundo real, imaginem os missionários pregando o evangelho sem negócios, imaginem os pastores da mídia com seus terninhos e discursos maquiados pregando nas favelas, imaginem o triunfo da fé e a derrocada da razão, imaginem a cura do câncer e outras epidemias, imaginem ruas vazias e cemitérios vazios. Não se assustem Jesus pode voltar neste novo ano. Imaginem, Jesus voltou...  
Pastor José Barbosa

Um segundo depois da morte

“Que tristeza para você que vai partir, a vida é tão bela, você diz que não quer ir, é a tua alma que deseja salvação”. Este trecho de uma das canções de Elson Rodriguês retrata bem o destino do homem, pois a vida é bela e também muito curta.

As ilusões da existência humana são muitas e o encanto desta fábrica de ilusões às vezes nos faz pensar que somos eternos. Este afã pelo aqui e agora nos faz esquecer-se do depois, pois para alguns dessa existência a vida nunca vai acabar, isto é, seremos eternos e não importa o que vem depois.

A escritura declara: “Que morrendo o homem, segue-se o juízo”, ou seja, no além não há mais lugar nem para o choro, nem para a vela e nem Ave Maria ou qualquer outra prática religiosa, pois na eternidade o homem será julgado sem chance de defesa.

Faço-te uma pergunta, homem ou mulher dessa existência: “Onde você deseja estar na eternidade?” Pois você querendo ou não irá comparecer ante o tribunal de Cristo. O homem aqui sempre dá um jeitinho de resolver seus dilemas existenciais, mas na eternidade não tem como escapar, é céu ou inferno, pois lá não tem Purgatório ou Limbo, mas sim o juízo de Deus, que será implacável com o homem, ou seja, não tem como escapar. Deus chama o homem para uma nova vida com Ele e esta vida com Deus, significa um passaporte para a vida eterna.

O melhor caminho para o homem existencial concreto é voltar-se para Deus, enquanto pode, pois na eternidade de Deus, onde o “fim não tem fim”, o homem se defronta com uma dura verdade, pois agora não existe mais lugar para brincar até o “Dia do Juízo”.
Pastor José Barbosa


sábado, 25 de dezembro de 2010

Por una cabeza

Este famoso tango de Carlos Gardel retrata a derrota por apenas uma cabeça, isto é, o cenário é uma corrida de cavalos e a derrota eminente por muito pouco. Partindo desse pressuposto, faço uma analogia com a corrida da vida, ou seja, não importa como vamos chegar, mas é necessário chegar, mesmo que seja por uma cabeça.

A luta pela chegada deve estar muito ligada ao ponto da partida, pois dependendo da partida, assim será nossa chegada, mas correremos sempre abraçados a santa misericórdia divina, que é o elemento maior da fé cristã. Amados, não podemos nos envolver com os acidentes desta carreira, pois sempre acontecerão, mas o que é importante para o guerreiro da fé é chegar ao fim da carreira, mesma que seja por uma cabeça.

O guerreiro Paulo, apostolo da fé vencedora, tinha como slogan o prosseguir para o alvo, sem nunca recuar, pois Paulo estava certo de que os acidentes não conseguiriam parar sua carreira. Os acidentes estão por aí, paquerando os fracos e desanimados, que são profissionais da fé medíocre e “babacona”.

Como Gardel cantou no seu tango, precisamos não se prostrar na carreira, pois a nossa chegada está muito próxima, por isso, não podemos desanimar, mesmo que forte desânimo venha afrontar, o nosso objetivo não pode afagar, pois melhor que o início e o meio, sem nenhuma dúvida é o profético e maravilhoso fim, isto é, onde estaremos para sempre com Ele, mesmo que seja por uma cabeça.
Pastor José Barbosa

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