O Evangelho para alguns é, na verdade, o grande negócio, um negócio altamente lucrativo onde uns poucos bacaninhas se enriquecem.
Vivemos hoje o cognominado culto da prosperidade, ou na verdade o grande negócio com Deus, pois nestes cultos se faz uma lavagem cerebral nos seus membros e ser próspero fica no mesmo nível de ser salvo.
A megalomania pela riqueza é buscada com todo fervor e afã, e neste contexto acirrado para ser rico o cristão faz com Deus um pacto de negócio.
As promessas e o ibope deste culto é pesado, e o centro da liturgia é, na verdade, o homem e não Deus, temos o culto homocêntrico.
Este culto da prosperidade é tão maluco que cria a fantasia do Sr. Empresário, ou seja, a neurose moderna de ser um homem bem sucedido e próspero. Aquela imgaem que a mídia evangélica reproduz, isto é, ser abençoado e ser abençoado é ser rico.
Estamos diante da crise do Amaury Junior, ou seja, temos alergia a pobreza, pois ser pobre para esta teologia é ser amaldiçoado.
Se faz do púlpito um caça níquel sem pudor e respeito, pois, se vende a fé como se fosse um negócio das Arábias. É proibido ser pobre nesta teologia e se cria o faz de contas, onde todo mundo agora é empresário.
Pastor José Barbosa
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